Comercialização da safra brasileira pressiona as cotações do café

Semana começa com arábica e conilon recuando mais de 1% no mercado futuro

A semana começou com desvalorização para o mercado futuro do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado estende as baixas registradas na última sexta-feira, quando as cotações foram pressionadas pelas estimativas para a safra 22 do Brasil e também pelo avanço da comercialização da safra. 

Sinais de aumento nas vendas de café no Brasil impulsionaram a oferta de café e pesaram sobre os preços depois que a Safras & Mercado informou que os produtores brasileiros de café venderam 32% de sua safra de café 2022/23 em 14 de janeiro, bem acima dos 19% vendidos um ano antes, destacou a última análise do site internacional Barchart. 

No Brasil, apesar da volatilidade observada, analistas continuam mantendo a projeção de preços firmes para o café até pelo menos início da colheita da safra brasileira. Os fundamentos permanecem firmes. Continua sendo maior a preocupação com a queda na produção mundial de café e com os entraves logísticos mundiais, que tornam o quadro ainda mais complicado. A irregularidade do clima, os estoques baixos, no Brasil e no mundo, e a forte alta dos insumos assustam os cafeicultores, que continuam arredios em vender o que resta de lotes da atual safra 2021/2022 nas bases de preços oferecidas atualmente. No mercado físico brasileiro”, destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/cafe/307604-semana-comeca-com-arabica-e-conilon-recuando-mais-de-1-no-mercado-futuro.html#.Ye7A0f7MKM8

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